Michelle Obama doa vestido de posse a museu

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A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, confessou estar “envergonhada” na cerimônia na qual doou o vestido que usou na posse de seu marido, o presidente Barack Obama, ao Museu Nacional de História Americano.   “Estou envergonhada com tudo isso em torno do meu vestido. Como vocês, não

Michelle Obama doa vestido de posse a museu

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A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, confessou estar “envergonhada” na cerimônia na qual doou o vestido que usou na posse de seu marido, o presidente Barack Obama, ao Museu Nacional de História Americano.   “Estou envergonhada com tudo isso em torno do meu vestido. Como vocês, não

A arriscada vida do provador oficial

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Governantes do mundo inteiro, do americano Barack Obama ao iraniano Mahmoud Ahmadinejad, têm os alimentos que consomem fiscalizados, nas refeições privadas ou públicas. Mas a figura do provador oficial de comida vem desaparecendo desde o século 19.   Envenenar os rivais à mesa deixou de ser o

“Sorry, não fizemos nada”

 “Sorry, não fizemos nada”

lula climate change “Sorry, não fizemos nada”

Colocar chefes de Estado velhinhos e pedindo desculpas por nada terem feito para mitigar a crise climática – essa foi a sacada das ONGs Greenpeace e o movimento TckTckTckTck (no Brasil, TicTacTicTac) para chamar atenção em outdoors espalhados no aeroporto de Copenhague, cidade-sede da COP15. Nos anúncios, Lula, Barack Obama, Angela Merkel, Nicolas Sarkozy, entre outros, envelhecidos por efeitos de computação gráfica e a frase “Desculpe – Podíamos ter impedido a catastrófica crise climática, mas não o fizemos”.
Uma campanha que vai direto ao ponto. Só esperamos que fique só no papel – e que chefe de Estado algum se arrependa de erros tomados lá.

obama climate change “Sorry, não fizemos nada”
Obama também pede desculpas

merkel climate change “Sorry, não fizemos nada”
E Angela Merkel também.

sarkozy climate change “Sorry, não fizemos nada”
Sarkozy não ficou tão mal no anúncio

Irã lidera “problemômetro”

 Irã lidera “problemômetro”

O jornal britânico The Guardian lançou um termômetro de países com maior probabilidade de causar problemas em 2010, o “troublespotometer”, que traduzi livremente como problemômetro. Veja os cinco primeiros do ranking, segundo o Guardian:

1) Irã – O governo repressor visto como ilegítimo pelo próprio povo, depois das eleições de junho, faz do Irã um caldeirão político e social que voltou a fervilhar em dezembro e pode se tornar incontrolável. A economia vai mal, com o desemprego alto e investimentos baixos. O líder supremo aiatolá Ali Khamenei e o presidente Mahmoud Ahmadinejad são muçulmanos puristas para quem a ideia de acordos com inimigos internos e externos é alienígena. O país continua a desafiar o Conselho de Segurança da ONU e a Agência Internacional de Energia Atômica em defesa de seus ‘direitos nucleares’. O apoio do regime a grupos radicais no Líbano e Palestina, Iraque e Iêmen é visto por vizinhos árabes, como a Arábia Saudita, e seus aliados ocidentais como uma ameaça à segurança. Além disso, as declarações antissionista de Ahmadinejad convenceram Israel de que o Irã representa uma ameaça que talvez tenha de ser contida com o uso da força.

2) Paquistão-Afeganistão – O Afeganistão esteve no foco da atenção internacional em 2009, quando o Ocidente se deu conta de que os EUA e a Otan estão perdendo a guerra contra o Taleban. Mas, o Paquistão promete roubar a atenção este ano. O presidente Asif Ali Zardari vem sendo pressionado por oponentes. Sua fraqueza beleficia os militares e o notório serviço de inteligência paquistanês, que levaram o Taleban afegão para lá. Não seria problema, não fosse o fato de que os militares têm resistido mais e mais às tentativas dos Estados Unidos de expandir a ofensiva para o lado do Paquistão. E ainda tem toda a questão com a India e Casimira.

3) Israel-Palestina – As tentativas frustadas de Barack Obama de catapultar negociações com o governo de Binyamin Netanyahu e uma Palestina dividida aumentaram o risco de violência em 2010. Com o Fatah e o Hamas ainda sem se entender, Gaza em ruínas, Israel focado no Irã e não em restabelecer a paz, os estados árabes moderados desencorajados e Obama com tantos outros problemas a resolver, a possibilidade de que o vácuo deixado seja tomado por extremistas é claro.

4) Iêmen – O Iêmen é “o lugar” para Al-Qaeda regenerar e congregar jihadis vindos da fronteira do Paquistão e Afeganistão. A falta de governo torna o espaço ideal para servir de esconderijo e base de treinamento. E há conflitos internos entre sunitas e xiitas, o que coloca a Arábia Saudita e o Irã em lados opostos. A tentativa, ainda que mal sucedida, pela Al-Qaeda de explodir um avião americano no Natal, após ataques dos EUA e do governo do Iêmen em supostos campos de treinamento da Al-Qaeda no deserto, mostraram o potencial do país para causar problemas. Os militares americanos estarão mais atentos ao Iêmen. E a situação tende a piorar antes de melhorar.

5) Sudão – Negligenciado, abandonado no ostracismo, afundado em conflitos e empobrecido, o Sudão é frequentemente descrito como um barril de pólvora prestes a explodir. E 2010 pode ser o ano em que isso irá acontecer. As eleições nacionais são um pavio, as tensões éticas e tribais outro. Darfur segue sem solução. Disputas por petróleo e tensões nos países vizinhos, como Chad, adicionam mais combustível à fórmula explosiva.

Leia mais (em inglês).