Estúdio Móvel Experimental leva consciência ambiental a comunidades do Rio de Janeiro

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O Estúdio Móvel Experimental – EME – é uma residência de pesquisa integrada em meio ambiente e auto-sustentabilidade que envolve arte, ciência e tecnologia. Seus idealizadores, os artistas Ivan Henriques e Silvia Leal, e têm como foco a preservação da Mata Atlântica, e por isso percorrem localidades vizinhas à Baía de Guanabara.

Hoje, o EME pega a estrada em direção a Paraty. A artista Silvia Leal, residente desta semana no projeto, busca encontrar a história Estrada Real, usada pelos portugueses no século XVII como rota de exportação de minerais preciosos, ouro e diamantes.

Um dos desafios do Estúdio Móvel Experimental é alcançar o maior número de pessoas. Por isso, eles buscam o contato direto com o público através de intervenções urbanas, publicações, documentação e interação utilizando plataformas de novas mídias como internet e redes sociais.

Para participar dessa viagem, adicione o usuário EME_RIO em sua lista de contatos do Skype e faça uma boa viagem. E se quiser conhecer ainda mais sobre o projeto, acesse o blog do Estúdio Móvel Experimental. Lá você encontra relatórios de viagens, fotos, vídeos e áudios da expedição.

O conteúdo do EME para redes sociais é assinado pelo jornalista Gilberto de Abreu, que há três anos publica informações sobre arte contemporânea no blog Supergiba.

Para mais informações e entrevistas, acesse:
emedata.blogspot.com e supergiba.blogspot.com

Ou ligue para a Polvo Comunicação Estratégica:
21 2611 8665 e 21 9251 5567

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Agências de segurança da Índia querem proibir telefonia pela Web

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NOVA DÉLHI (Reuters) – Agências de segurança da Índia recomendaram uma proibição a chamadas telefônicas internacionais pela Internet até que um sistema de rastreamento de chamadas esteja disponível. A recomendação é a mais recente em uma série de medidas do país para melhorar sua segurança após os ataques ocorridos em Mumbai.

A Índia teme que grupos militantes operando de outros países possam usar a telefonia pela Internet para contornar sistemas de segurança no planejamento e execução de ataques, afirmaram autoridades.


“Uma vez que é impossível rastrear chamadas pela Internet feitas a partir de outros países, temos pedido ao Departamento de Telecomunicações para bloquear tais chamadas até que um sistema seja instalado”, disse um oficial do departamento de Inteligência indiano pedindo para não ser identificado.


A Índia iniciou uma ampla revisão de seus sistemas de segurança depois que militantes mataram 166 pessoas em Mumbai em novembro de 2008.


A polícia afirma que recuperou um telefone por satélite e informou que militantes mantiveram contato com seus chefes no Paquistão através de celulares e telefonia pela Internet.


No ano passado, a Índia informou que estava preocupada com emails enviados por meio de celulares BlackBerry que não podiam ser rastreados ou interceptados. A companhia fabricante do aparelho mais tarde concordou com diretivas de segurança da Índia após uma série de reuniões com o governo.


Várias empresas oferecem telefonia pela Internet atualmente, incluindo Skype, Google, Yahoo e Microsoft. Qualquer proibição poderia afetar milhares de pessoas que utilizam a tecnologia para baratear chamadas telefônicas.


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Sistema operacional DragonFly BSD, baseado no Unix, chega à versão 2.4

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Sistema está disponível como imagem ISO de CD ou DVD e versão instalável em pendrives

Por Antonio Blanc


O DragonFly BSD, sistema operacional baseado no Unix e projetado para ser bastante estável, e chegou hoje à versão 2.4. De uso geral e bastante personalizável, pode ser empregado tanto em pequenos dispositivos quanto computadores comuns e mesmo para aplicações especiais.


No computador doméstico, a grande maioria das pessoas usa o Windows. Por isso, pode parecer estranho existirem tantos sistemas operacionais “alternativos” à disposição. Todavia, para certas aplicações, o produto da Microsoft pode não ser a melhor solução – por exemplo, em inúmeras aplicações e sistemas empresariais ou, na outra ponta, embutido em algum dispositivo de mão. Para estes casos, costuma ser interessante usar alguma variedade do velho Unix, que recentemente comemorou 40 anos de existência. É o caso do Linux, usado no celular Palm Pre e como base para o Android, do Solaris, da Sun, muito usado em provedores de internet, e do sistema operacional que a Apple desenvolveu para o iPhone.


É o caso também do DragonFly BSD, uma “dissidência (no jargão técnico, fork) de outro Unix famoso, FreeBSD. O desenvolvimento é liderado por Matthew Dillon, um ex-desenvolvedor do FreeBSD. Dillon estava convencido de que a forma como o sistema estava sendo gerido levaria a baixo desempenho e dificuldades de manutenção no futuro. Por conta disso, decidiu tomar as rédeas da situação e fazer as coisas “do seu jeito”.


As principais mudanças nesta versão são estruturais, como um novo modo de acessar discos SATA e a adoção do DEVFS, um sistema de arquivos virtual que facilita a interação com pendrives e tocadores de mídia conectados à máquina. Há ainda o HAMMER, recurso para a criação e auto-otimização de clusters (supercomputadores construídos apartir de um grupo de computadores baratos interconectados), e o suporte a volumes de disco com a impressionante capacidade de até 1 Exabyte, ou 1 bilhão de gigabytes.


O DragonFlyBSD é pequeno: a imagem ISO do disco de instalação tem apenas 216 MB. O site oficial, em www.dragonflybsd.org, tem um histórico do sistema, bem como links para documentação e tutoriais, tanto para usuários e desenvolvedores.


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Lugo rejeita ajuda de militares americanos e vice-presidente do Paraguai critica

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O vice-presidente paraguaio Federico Franco, líder do Partido Liberal, se declarou em desacordo nesta sexta-feira com a decisão do presidente, Fernando Lugo, de proibir que 500 soldados dos Estados Unidos entrem no país para realizar operações militares humanitárias.”Não sou a favor de cercear ou proibir qualquer tipo de assistência que possa servir para melhorar a saúde do povo paraguaio”, indicou Franco, em declarações feitas à imprensa.

“A presença e a cooperação em setores carentes, como a saúde e a educação, é absolutamente necessária”, acrescentou, destacando que Lugo não deveria ter se negado a receber as tropas americanas, cujos médicos e odontologistas haviam programado atendimento gratuito para 19.000 pessoas.

Franco afirmou que, contraditoriamente, Lugo permite a presença de oftalmologistas cubanos, fato que ninguém questiona e que tem total apoio do governo.

Na quinta-feira, Lugo anunciou que seu governo havia decidido cancelar a operação “Novos Horizontes”, programada para 2010 entre tropas do Exército paraguaio e dos Estados Unidos, alegando que a presença de soldados americanos na região “foi muito questionada” na última reunião da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em Quito.

Ao lamentar a decisão de Lugo, a embaixadora americana no Paraguai, Liliana Ayalde, disse que o programa “Novos Horizontes” era basicamente humanitário, e incluía projetos de reforma e construção de escolas, postos de saúde e poços de água potável, além de atendimento médico e odontológico, em regiões carentes de difícil acesso no Paraguai.

hro/ap/fp

Lugo rejeita ajuda de militares americanos e vice-presidente do Paraguai critica

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O vice-presidente paraguaio Federico Franco, líder do Partido Liberal, se declarou em desacordo nesta sexta-feira com a decisão do presidente, Fernando Lugo, de proibir que 500 soldados dos Estados Unidos entrem no país para realizar operações militares humanitárias.”Não sou a favor de cercear ou proibir qualquer tipo de assistência que possa servir para melhorar a saúde do povo paraguaio”, indicou Franco, em declarações feitas à imprensa.

“A presença e a cooperação em setores carentes, como a saúde e a educação, é absolutamente necessária”, acrescentou, destacando que Lugo não deveria ter se negado a receber as tropas americanas, cujos médicos e odontologistas haviam programado atendimento gratuito para 19.000 pessoas.

Franco afirmou que, contraditoriamente, Lugo permite a presença de oftalmologistas cubanos, fato que ninguém questiona e que tem total apoio do governo.

Na quinta-feira, Lugo anunciou que seu governo havia decidido cancelar a operação “Novos Horizontes”, programada para 2010 entre tropas do Exército paraguaio e dos Estados Unidos, alegando que a presença de soldados americanos na região “foi muito questionada” na última reunião da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) em Quito.

Ao lamentar a decisão de Lugo, a embaixadora americana no Paraguai, Liliana Ayalde, disse que o programa “Novos Horizontes” era basicamente humanitário, e incluía projetos de reforma e construção de escolas, postos de saúde e poços de água potável, além de atendimento médico e odontológico, em regiões carentes de difícil acesso no Paraguai.

hro/ap/fp